Autor: José Pereira

  • Karine Pereira: uma vida de fé e louvor, da infância no Brasil ao ministério em Londres

    Karine Pereira: uma vida de fé e louvor, da infância no Brasil ao ministério em Londres

    Ela começou a cantar aos seis anos, gravou um álbum aos nove e se tornou referência para seu irmão e para crianças e jovens de sua geração. Hoje, aos 35 anos, vive uma nova etapa ao lado do marido, à espera do primeiro filho.

    Antes de aprender a ler, Karine Pereira já aprendia canções. Em casa, com o auxílio dos pais e o acompanhamento de playbacks em fita cassete, decorava as letras que cantaria nas igrejas. Sua trajetória no louvor começou nesse ambiente familiar, entre a descoberta da música e o cuidado de quem acompanhava seus primeiros passos.

    Aos seis anos, surpreendeu os pais ao cantar seu primeiro louvor, uma canção do repertório da cantora Mara Lima. A lembrança permanece viva para o pastor José Pereira, conhecido como Pastor Pereira, e sua esposa, Dinamar Renata.

    Como Karine ainda não era alfabetizada, os dois a ajudavam a memorizar as músicas. Dinamar, principalmente, acompanhava esse aprendizado, repetindo as letras com a filha até que ela pudesse cantá-las.

    Vieram então os convites. Ainda criança, Karine passou a cumprir agendas em igrejas e eventos no estado de São Paulo e em outros estados brasileiros. Entre os encontros que marcaram essa fase estão os Gideões Missionários da Última Hora e o Congresso Missionário Valentes de Josué, em Piracicaba.

    Registro de Karine na infância
    Lembranças da infância preservadas no acervo familiar.

    Um álbum aos nove anos

    Aos nove anos, Karine teve sua voz registrada no álbum “É Tempo de Amar”, produzido pela família. Com dez músicas, o trabalho se tornou um marco de sua infância e de uma caminhada que já envolvia ensaios, viagens e participações em congressos.

    Além da canção que dá nome ao disco, o repertório inclui “Cântico de Vitória”, “Lágrimas no Inverno”, “Sou Pequena”, “Deus Tem uma Palavra pra Você”, “Conte a Benção”, “Desde Criança”, “Santuário”, “Uma Linda Cidade” e “Menino de Rua”.

    A capa, com seu retrato ainda menina, preserva a memória daquele período. Para a família, o álbum também recorda o esforço compartilhado para apoiar sua formação e acompanhar cada nova oportunidade.

    Capa do álbum É Tempo de Amar, de Karine
    É Tempo de Amar: álbum com dez músicas, gravado por Karine aos nove anos.

    Uma referência que vai além da música

    Na adolescência, Karine assumiu outras responsabilidades na igreja. Por volta dos 12 e 13 anos, já participava ativamente da regência de grupos de jovens. Também passou a cantar no ministério de louvor, dando continuidade ao trabalho iniciado na infância.

    Sua dedicação foi acompanhada pela busca de preparo. Fez aulas de música e canto e curso de backing vocal, desenvolvendo seus conhecimentos para servir no ministério.

    Segundo o relato de seu pai, sua influência sempre foi além da voz. A maneira de viver, a fé e a dedicação fizeram dela um exemplo para crianças e jovens de sua geração.

    Dentro de casa, essa referência marcou especialmente seu irmão, Nelson Neto, cinco anos mais novo. Hoje, também músico, ministro de louvor e pregador, Neto cresceu acompanhando a caminhada da irmã e tendo nela um exemplo de vida e de serviço a Deus.

    Nelson Neto pregando a Palavra
    Nelson Neto durante uma ministração da Palavra.
    Nelson Neto tocando teclado e ministrando louvor
    Músico e ministro de louvor, Neto também serve por meio da música.

    Os registros da infância ajudam a contar essa convivência. Ao lado das lembranças dos congressos e das gravações, estão os momentos em família que fizeram parte da formação dos dois irmãos.

    Fotografia da infância do acervo familiar de Karine
    Os registros da infância fazem parte da história apresentada pela família.

    Uma passagem pela vida pública

    Em 2012, Karine também foi candidata a vereadora em Brodowski, no interior de São Paulo. A experiência integra sua trajetória, ao lado da atuação musical e das atividades desenvolvidas na igreja.

    Karine com seu pai, Pastor Pereira
    Karine e Pastor Pereira em um registro do acervo familiar.

    Em Londres, a continuidade do ministério

    Hoje, aos 35 anos, Karine mora em Londres e é casada com Estevão Daniel. Atua como ministra de louvor na Catedral Internacional de Londres, sob a liderança do pastor Jackson Antônio.

    Karine com microfone durante uma ministração
    A dedicação de Karine também envolve o ministério da Palavra.

    Sua dedicação à igreja também envolve o ministério da Palavra e o trabalho com casais, no qual participa ao lado do marido. Juntos, Karine e Estevão compartilham a vida familiar e o compromisso com o serviço cristão.

    A preparação teológica também faz parte dessa caminhada. Karine e Estevão concluíram sua formação teológica, celebrada em uma cerimônia na Catedral Internacional de Londres, com a presença de Pastor Pereira e Dinamar Renata.

    Karine e Estevão Daniel com Pastor Pereira e Dinamar Renata na formatura teológica em Londres
    Karine e Estevão Daniel, acompanhados de Pastor Pereira e Dinamar Renata, na formatura teológica na Catedral Internacional de Londres.
    Registro da vida familiar de Karine
    Um registro pessoal compartilhado para esta reportagem.

    O casal se prepara agora para a chegada do primeiro filho, Asaph. A expectativa da maternidade acrescenta uma nova experiência à vida de quem cresceu cercada pelo cuidado dos pais e hoje constrói sua própria família.

    Ao recordar a trajetória da filha, Pastor Pereira destaca a constância de sua dedicação. Entre a menina que aprendia as letras com a mãe e a mulher que hoje ministra em Londres, há muitos anos de formação, convivência na igreja e compromisso com o louvor.

    As fotografias e o álbum guardam parte dessa história. Outra parte permanece nas pessoas que caminharam com Karine e encontraram nela uma referência — entre elas, o irmão que também seguiu pela música e pelo ministério.

    Karine em um encontro em família
    A família faz parte da trajetória de Karine desde seus primeiros passos no louvor.

    Conheça o trabalho de Karine Pereira e ouça suas canções no Spotify.

    Revista LEGARYS — Texto elaborado com base no relato de Pastor Pereira e em registros do acervo familiar.

  • Quatro décadas de ministério: pastores Vanderlei e Sílvia vivem um novo tempo em Ribeirão Preto

    Quatro décadas de ministério: pastores Vanderlei e Sílvia vivem um novo tempo em Ribeirão Preto

    Uma trajetória de fé, dedicação e serviço construída a dois.

    Da convivência no Desafio Jovem de Piracicaba aos 41 anos de casamento, os pastores Vanderlei e Sílvia construíram uma caminhada marcada pelo cuidado com pessoas, pela formação da família e pelo serviço à igreja. Hoje, vivem um novo tempo em Ribeirão Preto, onde ele preside a AD. Brás em Ribeirão Preto – Ministério de Madureira.

    Pr. Vanderlei e sua esposa, Pra. Sílvia.
    Pr. Vanderlei e sua esposa, Pra. Sílvia.

    A história ministerial dos pastores Vanderlei Antônio de Oliveira e Sílvia começou a tomar forma no cotidiano de uma casa de recuperação. Ele chegou em busca de ajuda para enfrentar a dependência química. Ela, ainda adolescente, participava das atividades da instituição e dos momentos de oração. Antes de se tornarem marido e mulher, os dois já davam seus primeiros passos na fé e no serviço cristão naquele ambiente.

    Nascido em 29 de junho de 1963, em Ribeirão Preto, no bairro Campos Elísios, cresceu em uma família com práticas religiosas, mas conta que ainda não havia encontrado uma experiência pessoal com Cristo. Entre os 13 e 14 anos, teve contato com as drogas e se tornou dependente.

    Os primeiros passos de uma caminhada compartilhada

    A mudança começou em abril de 1982. Depois de ouvir o testemunho de um pastor e receber oração em Ribeirão Preto, foi encaminhado ao Desafio Jovem de Piracicaba. Ingressou na instituição em 11 de abril daquele ano.

    Ali, passou a ouvir a Palavra de Deus e iniciou o processo de recuperação. Ainda em 1982, foi batizado nas águas na Assembleia de Deus, Ministério de Madureira.

    O plano inicial era concluir o tratamento e voltar para a casa dos pais. Entretanto, sua permanência na instituição abriu outro caminho. Tornou-se monitor, participou das equipes que buscavam alimentos e doações e passou a visitar igrejas, compartilhar seu testemunho e colaborar na manutenção do trabalho.

    Com o tempo, assumiu responsabilidades de direção. O cuidado com os internos, o ensino bíblico e o acompanhamento espiritual começaram a revelar uma vocação que outros pastores também reconheciam.

    “Praticamente eu vi que já estava realizando um trabalho pastoral”, recorda.

    Natural de Araraquara, Sílvia chegou à instituição ainda adolescente, acompanhando uma mudança na vida de sua família. Ela nunca foi dependente química. Recebeu a Palavra e passou a colaborar no trabalho, participando, ao lado da esposa do pastor responsável, das orações pelos internos. Vanderlei recorda que esses encontros também marcaram sua experiência de fé. Ele, Sílvia e a mãe dela foram batizados nas águas no mesmo dia, quando o casal ainda não namorava.

    Casaram-se em 11 de maio de 1985. Em 2026, completaram 41 anos de casamento. Para Vanderlei, a participação da esposa atravessa toda a sua história.

    “Eu sempre digo que tinha que ser a Sílvia mesmo.”

    O chamado e os primeiros desafios

    Em 1991, um convite tornou mais definido o caminho pastoral. Enquanto estava em Cristalina, Goiás, tratando da possibilidade de abertura de uma casa de recuperação, recebeu uma ligação do pastor Adão, que o convidou para dirigir a congregação de Cravinhos, ligada ao campo de Ribeirão Preto.

    Assumiu uma comunidade com 16 pessoas. As dificuldades do início chegaram a despertar perguntas sobre sua própria capacidade de conduzir uma igreja. A resposta foi sendo construída no trabalho diário.

    Ao encontrar jovens envolvidos com drogas, começou a compartilhar sua experiência e oferecer ajuda. As conversas chegaram às famílias, geraram encaminhamentos para tratamento e contribuíram para a abertura de uma casa de recuperação na cidade.

    Durante os nove anos e meio em Cravinhos, a igreja construiu um novo templo e, segundo seu relato, chegou a aproximadamente 300 membros.

    Foi também nesse período que a família enfrentou uma de suas maiores provações. O filho Gileade, ainda criança, recebeu o diagnóstico de leucemia e precisou passar por tratamento com quimioterapia em Ribeirão Preto.

    Entre os cuidados com a igreja, a instituição e o filho, Vanderlei e Sílvia viveram anos de preocupação e deslocamentos difíceis. Ele testemunha a recuperação de Gileade como um milagre de Deus. Hoje, o filho é pai e pastor em Bebedouro. O primogênito, Jessé, também é pastor e atualmente auxilia o trabalho em Ribeirão Preto.

    Pr. Vanderlei e seu primogênito, Pr. Jessé.
    Pr. Vanderlei e seu primogênito, Pr. Jessé.
    Pr. Vanderlei e seu segundo filho, Pr. Gileade.
    Pr. Vanderlei e seu segundo filho, Pr. Gileade.

    Depois de Cravinhos, Vanderlei seguiu para Sertãozinho, onde permaneceu cerca de 24 anos. Inicialmente, dirigiu a congregação de Sertãozinho, que pertencia ao campo de Ribeirão Preto. Posteriormente, a congregação foi emancipada, tornando-se um campo com administração própria, independente do campo de Ribeirão Preto. Vanderlei passou então a exercer a presidência do campo de Sertãozinho, função que desempenhou até sua transferência para presidir o campo de Ribeirão Preto.

    Ao longo de sua permanência em Sertãozinho, acompanhou a expansão do trabalho. Segundo seu relato, ao deixar a cidade, o campo contava com dez congregações e um templo sede com capacidade para aproximadamente 1.500 pessoas sentadas.

    O cuidado com pessoas em situação de dependência química também continuou nessa etapa. Depois da casa de recuperação aberta em Cravinhos, durante os nove anos e meio de trabalho na cidade, Vanderlei relata que abriu outra comunidade terapêutica em Sertãozinho, onde pastoreou por cerca de 24 anos. As duas iniciativas acolheram muitos internos e deixaram frutos que ele recorda com gratidão: pessoas que se recuperaram e hoje são pais de família. Para o pastor, essas vidas representam uma parte importante do legado desse trabalho.

    De volta às origens

    Após integrar uma comissão que acompanhava o campo de Ribeirão Preto, recebeu do bispo Samuel Ferreira o convite para assumir sua presidência. A posse aconteceu em 12 de abril de 2025, no mesmo mês em que completava 43 anos de sua decisão por Cristo.

    A proximidade entre as datas trouxe conforto diante da responsabilidade e da despedida de uma cidade onde havia construído boa parte da vida familiar e ministerial. Para ele, esse retorno foi uma confirmação da direção de Deus.

    Em Ribeirão Preto, encontrou a expectativa pela construção de uma sede. Reconhece a importância desse projeto, mas estabeleceu uma prioridade para o início de sua gestão:

    “Eu vejo que Deus me colocou aqui para a gente primeiro fazer edificação espiritual.”

    Sua atenção está voltada ao acolhimento de pessoas que se afastaram, à restauração de ministérios, ao evangelismo, ao discipulado e à organização administrativa do campo.

    O projeto da nova sede também avançou. Segundo o pastor, a área foi adquirida e está sendo paga. Entre as iniciativas para arrecadar recursos está a venda de Bíblias e Harpas personalizadas, em um projeto editorial desenvolvido pela LEGARYS, com produção gráfica da Editora Karis.

    A construção depende das liberações necessárias para a área, que o pastor espera obter até o fim de 2027, possivelmente antes.

    A convicção de servir e permanecer

    Aos 63 anos, Vanderlei afirma estar disposto a enfrentar essa etapa. Ao aconselhar quem começa no ministério, destaca a convicção do chamado, a vida com Deus e a coragem para servir.

    Também chama a atenção para o cuidado com a esposa, os filhos e a organização da vida financeira. Sua experiência o leva a orientar os próprios filhos a estudar, trabalhar e construir condições de sustento.

    Na liderança, defende uma postura de serviço e proximidade. Encontrar tempo para ouvir um jovem pastor e ajudá-lo a enfrentar suas dificuldades é uma das tarefas em que diz sentir satisfação.

    Quando pensa no legado que deseja deixar, sua resposta é simples: um bom testemunho como ministro de Cristo.

    “Permanecer até o fim.”

    Ao recordar essa caminhada, Vanderlei faz questão de expressar sua gratidão ao bispo Samuel Ferreira pela confiança em seu ministério e por reconhecê-lo como pastor presidente em Sertãozinho e, agora, em Ribeirão Preto.

    Ao olhar para o futuro em Ribeirão Preto, Vanderlei leva consigo uma história que também foi construída por Sílvia: o casamento, a criação dos filhos, o cuidado durante a doença de Gileade e os anos de dedicação à igreja. Depois de mais de quatro décadas de vida conjugal, essa caminhada compartilhada ajuda a compreender o ministério que hoje continua na cidade.

    Filhos, noras e netos do Pr. Vanderlei e da Pra. Sílvia.
    Filhos, noras e netos do Pr. Vanderlei e da Pra. Sílvia.

    Entrevista realizada por Pastor Pereira para a Revista LEGARYS.

  • Karis e Grupo LEGARYS fortalecem parceria e preservam a identidade da campanha Uma Bíblia para Cada Brasileiro

    Karis e Grupo LEGARYS fortalecem parceria e preservam a identidade da campanha Uma Bíblia para Cada Brasileiro

    Um legado que continua. Uma missão que nos une.

    Parceria para fortalecer um propósito de sempre

    Editora KarisImprensa BíblicaGrupo LEGARYS

    Novos Testamentos personalizados
    Evangelização e missões

    Missões · Literatura cristã · Aliança de propósitos

    Nota editorial. Apresentação institucional em formato de perguntas e respostas. As respostas abaixo são sugestões redacionais e aguardam validação de Ápio Magalhães. As condições de atendimento da campanha serão divulgadas pelos canais da LEGARYS.

    Parceria entre a Editora Karis e o Grupo LEGARYS amplia as frentes de comunicação, distribuição e atendimento a projetos editoriais e missionários, preservando a identidade da campanha Uma Bíblia para Cada Brasileiro.

    A campanha Uma Bíblia para Cada Brasileiro faz parte da trajetória missionária da Editora Karis e do propósito transmitido pelo Pr. Ápio Benicio a seu filho, Ápio Magalhães. A parceria com o Grupo LEGARYS soma competências para apoiar a continuidade desse trabalho.

    A marca permanece a de sempre. A campanha mantém seu nome e sua logomarca original. A parceria fortalece sua divulgação e seu alcance, respeitando a identidade e a história já construídas.

    A atuação conjunta reúne a experiência editorial e gráfica da Karis e a participação da Imprensa Bíblica às frentes de comunicação, distribuição, criação e eventos da LEGARYS. Entre os trabalhos contemplados estão Novos Testamentos personalizados para igrejas, ministérios e projetos de evangelização.

    Essa aproximação tem raízes no projeto Missões na Estrada, quando a personalização da Bíblia do Caminhoneiro reuniu as partes em uma ação missionária. A relação de confiança construída nesse percurso sustenta a ampliação da parceria.

    Conheça também a história da Editora Karis, apresentada anteriormente pela Revista LEGARYS.

    Ápio Magalhães, da Editora Karis
    Ápio Magalhães, da Editora Karis. Foto fornecida à Revista LEGARYS.

    REVISTA LEGARYSQual é a história por trás da campanha Uma Bíblia para Cada Brasileiro?

    Meu pai, o Pr. Ápio Benicio, tinha um desejo que marcou nossa família: uma Bíblia para cada brasileiro. Ele amava a evangelização e enxergava na literatura cristã uma maneira de alcançar pessoas. A livraria era um lugar onde ele recebia, ouvia, orava e compartilhava a Palavra de Deus.

    Cresci acompanhando esse trabalho. Com o tempo, compreendi que aquele propósito também orientaria minha caminhada na produção de livros e Bíblias. A campanha dá continuidade a esse legado missionário. A parceria com o Grupo LEGARYS abre novas possibilidades de organização, divulgação e distribuição.

    REVISTA LEGARYSA parceria muda o nome ou a logomarca da campanha?

    Não. A campanha continua sendo Uma Bíblia para Cada Brasileiro, com a mesma logomarca que já identifica esse propósito. Essa identidade faz parte da nossa história e será preservada.

    A parceria com a LEGARYS acrescenta novas possibilidades de trabalho e divulgação, mantendo a continuidade da campanha e o respeito à sua origem.

    REVISTA LEGARYSComo essa parceria começou?

    Nossa aliança começou com o projeto Missões na Estrada, quando trabalhamos na personalização da Bíblia do Caminhoneiro para a iniciativa missionária conduzida pelo Pastor Pereira.

    Essa origem é muito significativa. Nossa aproximação aconteceu em torno de uma ação concreta de evangelização. A partir daquele trabalho, fomos construindo relacionamento e confiança. Hoje, essa caminhada ganha uma dimensão maior com o Grupo LEGARYS e com a proposta de servir a outras frentes missionárias.

    REVISTA LEGARYSO senhor define essa união como uma aliança de propósitos. O que isso significa?

    Significa que compartilhamos um compromisso com a evangelização, com o cuidado das pessoas e com o Reino de Deus. A Karis traz esse propósito em sua história, e reconheço essa mesma disposição na trajetória do Pastor Pereira e na visão que orienta a LEGARYS.

    Isso dá sentido ao trabalho que queremos desenvolver. Estamos reunindo experiência, conhecimento e recursos para servir a uma missão. A produção editorial, a distribuição e a comunicação precisam contribuir para que a mensagem alcance pessoas e encontre continuidade na vida delas.

    Pastor José Pereira Filho e Dinamar Renata Hellmeister Pereira
    Pastor José Pereira Filho e sua esposa, Dinamar Renata Hellmeister Pereira. Foto fornecida à Revista LEGARYS.

    REVISTA LEGARYSO que o Grupo LEGARYS acrescenta à realização dessa campanha?

    A LEGARYS reúne frentes que se complementam. Além do desenvolvimento editorial, há comunicação, criação, distribuição, comercialização e organização de eventos. Isso permite pensar no caminho que a publicação precisa percorrer até chegar ao leitor.

    Sob a direção executiva do Pastor Pereira, o grupo também conta com sua experiência em gestão, vendas e relacionamento comercial. Ele conhece o segmento de distribuição de materiais cristãos, no qual trabalhou atendendo livrarias evangélicas do interior de São Paulo. Essa vivência contribui para compreender as necessidades de quem produz, de quem distribui e de quem recebe o material.

    Nossa confiança foi construída na convivência e no trabalho. Vejo nele compromisso ministerial e disposição para realizar com responsabilidade. A perspectiva agora é transformar essa confiança em uma parceria institucional duradoura, capaz de servir a muitos projetos.

    REVISTA LEGARYSComo a parceria poderá apoiar igrejas e projetos missionários?

    Uma das frentes de trabalho é o atendimento a igrejas, ministérios e projetos missionários que necessitam de Novos Testamentos personalizados para suas ações evangelísticas.

    Cada demanda será avaliada para definir o material, a quantidade, as possibilidades de personalização e as condições de produção e entrega. Esse atendimento dá continuidade ao propósito da campanha Uma Bíblia para Cada Brasileiro.

    Novo Testamento personalizado para a Terceira Igreja Batista do Plano PilotoNovo Testamento personalizado para a Convenção Batista do Tocantins
    Exemplos de publicações personalizadas apresentados pela Editora Karis. Imagens de acervo; não representam adesão dessas instituições à campanha.

    REVISTA LEGARYSComo a personalização pode contribuir para a evangelização?

    Ela permite que o material identifique o ministério responsável pela ação e, conforme o projeto aprovado, apresente informações que facilitem o contato.

    Quem recebe o Novo Testamento pode precisar conversar, pedir oração ou conhecer uma comunidade cristã. Ter uma referência ajuda a criar essa ponte. A personalização deve servir a esse relacionamento e ao acompanhamento das pessoas.

    REVISTA LEGARYSQuem poderá participar?

    Igrejas de diferentes denominações, organizações missionárias, projetos de evangelização, capelanias e outros ministérios interessados em utilizar Novos Testamentos em suas ações.

    O primeiro passo será apresentar a necessidade: onde o trabalho acontece, quem pretende alcançar e como deseja utilizar o material. A partir disso, poderemos avaliar as possibilidades de atendimento e elaborar uma proposta.

    REVISTA LEGARYSComo essa campanha se relaciona com a parceria mais ampla entre a Karis e a LEGARYS?

    A campanha já faz parte da história da Karis. A parceria amplia as possibilidades de apoiar esse trabalho e também contempla outras frentes editoriais. Nossa atuação conjunta também contempla livros, publicações de autores, distribuição, divulgação, lançamentos e eventos.

    A Revista LEGARYS poderá contribuir com entrevistas, apresentação de obras e cobertura dos projetos desenvolvidos. Também queremos trabalhar a valorização dos autores, com encontros e iniciativas de reconhecimento literário.

    São frentes diferentes que podem se fortalecer mutuamente. No caso desta campanha, toda essa capacidade precisa estar a serviço de um objetivo claro: apoiar quem está levando a Palavra de Deus às pessoas.

    REVISTA LEGARYSQue convite o senhor faz aos pastores e líderes missionários?

    Quero convidá-los a conhecer a campanha e conversar conosco. Apresentem seus projetos, suas necessidades e o trabalho que desejam realizar.

    Há igrejas preparando ações em seus bairros, missionários organizando viagens e ministérios procurando materiais para acompanhar as pessoas que atendem. Queremos ouvir essas iniciativas e avaliar como podemos contribuir.

    É uma alegria dar continuidade ao propósito que recebi do meu pai e encontrar parceiros que compartilham dessa visão. Nossa expectativa é construir um trabalho responsável, duradouro e que produza frutos na vida de muitas pessoas.

  • Legarys Editorial inicia produção de 2 mil exemplares personalizados para a AD Brás Ribeirão Preto

    Legarys Editorial inicia produção de 2 mil exemplares personalizados para a AD Brás Ribeirão Preto

    Ribeirão Preto (SP) — Outubro de 2026. A Legarys Editorial anuncia o início da produção de um projeto editorial personalizado para a Assembleia de Deus Ministério do Brás em Ribeirão Preto, presidida pelo pastor Vanderlei Antônio de Oliveira.

    A iniciativa contempla 1.000 exemplares da Bíblia Sagrada e 1.000 exemplares da Harpa Cristã, desenvolvidos com identidade visual exclusiva e elementos que valorizam a história e a visão ministerial da instituição.

    Um Novo Tempo — Tempo de Frutificar

    Com esse tema, a Bíblia personalizada apresenta uma capa especial e páginas institucionais que registram o momento vivido pela igreja.

    O projeto editorial foi desenvolvido pela Legarys Editorial, com produção gráfica sob responsabilidade da Editora Karis.

    Com o contrato formalizado e a produção iniciada, o projeto representa mais uma realização da Legarys no desenvolvimento de publicações personalizadas para igrejas e organizações cristãs.

    Imagem ilustrativa do projeto em produção.

  • Editora Karis: uma história de fé, família e livros

    Editora Karis: uma história de fé, família e livros

    LEGARYS - símbolo e marca oficial

    Uma trajetória familiar que começou na livraria evangélica e ganhou novos caminhos na produção de livros e Bíblias.

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    5 páginas · Abre em uma nova aba.

    Em 1978, em Iporá, Goiás, o pai de Ápio decidiu abrir uma livraria evangélica. Ao pedir orientação a editoras, recebeu da Betânia uma carta com uma ideia que marcaria a família: aquele trabalho era também um ministério. Anos depois, o filho encontraria na produção de livros e Bíblias uma forma de ampliar esse propósito.

    Em depoimento à Revista LEGARYS, Ápio revisita as origens da Karis, fundada em 1986, e os ensinamentos recebidos do pai. A entrevista aborda também a atuação conjunta com a LEGARYS no atendimento a autores, igrejas e instituições.

    As raízes na livraria evangélica

    Ápio Magalhães, da Editora Karis. Imagem fornecida à Revista LEGARYS.
    Ápio Magalhães, da Editora Karis. Imagem fornecida à Revista LEGARYS.

    Revista LEGARYS — Como começou essa história?

    Ápio — Começou em 1978, em Iporá, Goiás. Meu pai era um homem visionário, missionário e apaixonado por alcançar pessoas. Ele escreveu para algumas editoras pedindo orientações para montar uma livraria. A Editora Betânia respondeu explicando como fazer e dizendo que uma livraria evangélica era um ministério. Aquilo alegrou muito o coração dele e fortaleceu sua vontade de trabalhar com a literatura cristã.

    Revista LEGARYS — Como o trabalho continuou depois da mudança para Goiânia?

    Ápio — Mudamos em 1981. Em 1982, meu pai montou a Livraria Evangélica Maranata, na região de Campinas. A livraria ficava em frente ao mercado municipal e recebia muita gente. Ele conversava com as pessoas, orava por elas, ensinava a Bíblia e indicava leituras. O escritório era o que ele chamava de gabinete pastoral: um lugar para ouvir e cuidar de quem chegava.

    O balanço que meu pai fazia

    Pr. Ápio Benicio, pai de Ápio Magalhães, na livraria. Acervo familiar.
    Pr. Ápio Benicio, pai de Ápio Magalhães, na livraria. Acervo familiar.
    Pr. Ápio Benicio e Henriqueta Sousa, pais de Ápio Magalhães. Acervo familiar.
    Pr. Ápio Benicio e Henriqueta Sousa, pais de Ápio Magalhães. Acervo familiar.

    Revista LEGARYS — Qual lembrança traduz melhor a maneira como ele enxergava a livraria?

    Ápio — Lembro da passagem de 1983 para 1984. Eu estava contando mercadorias e organizando o balanço. Meu pai explicou que o balanço que queria fazer era das pessoas alcançadas por meio da livraria. Segundo a contagem dele, cerca de cinquenta pessoas haviam sido ganhas para Cristo naquele ano. Ele se ajoelhou e agradeceu a Deus, emocionado. Depois disse que queria alcançar cem no ano seguinte. Aquela cena ficou comigo.

    Revista LEGARYS — Como o senhor participava dessa rotina?

    Ápio — Enquanto meu pai atendia e conversava com as pessoas, eu ajudava a organizar a mercadoria, as prateleiras, os livros, os discos e os LPs. Eu estudava e já tinha vontade de desenvolver aquele trabalho. O sonho dele me contagiou. Queria que aquilo que estava no coração do meu pai pudesse alcançar o Brasil.

    Revista LEGARYS — Quando surgiu a ideia de criar uma editora?

    Ápio — Em 1986, conversei com meu pai sobre a necessidade de montar uma editora para dar sustentação ao projeto de evangelização. Foi assim que nasceu a Karis, com a proposta de publicar literatura evangélica. Eu queria participar daquele trabalho e ampliar seu alcance por meio da produção editorial.

    Um propósito que atravessa gerações

    Família de Ápio Magalhães: Vitória, Kescyler, Nair, Lavínia, Jorge, Ápio, Kalesse e Natália. Acervo familiar.
    Família de Ápio Magalhães: Vitória, Kescyler, Nair, Lavínia, Jorge, Ápio, Kalesse e Natália. Acervo familiar.

    Revista LEGARYS — Como a visão do seu pai se encontrou com seu interesse pelos negócios?

    Ápio — Meu pai falava em uma Bíblia para cada brasileiro. Quando ouvi aquilo, pensei também no tamanho do trabalho que teríamos pela frente. Eu olhava para a oportunidade de produzir e distribuir Bíblias, enquanto ele estava voltado para a evangelização. Com o tempo, fui compreendendo melhor o propósito que movia meu pai e o significado espiritual daquele projeto.

    Revista LEGARYS — O que marcou a caminhada da Karis depois da fundação?

    Ápio — Tivemos uma parceria com a Imprensa Bíblica e passamos a trabalhar com a produção das Escrituras em nossa própria gráfica. Vieram publicações como o Novo Testamento e a Palavra de Sabedoria. Desde 1986, temos produzido literatura cristã e ajudado pessoas a transformar o desejo de escrever em um livro. Não foi uma caminhada fácil, mas seguimos com o propósito que deu origem ao trabalho.

    Revista LEGARYS — Ao olhar para trás, qual é o principal ensinamento que recebeu do seu pai?

    Ápio — Foi por meio dele que comecei a compreender melhor o Reino de Deus. A maneira como ele recebia as pessoas, orava e se alegrava com cada vida alcançada foi aquecendo meu coração. O trabalho com os livros passou a ter um significado mais profundo para mim.

    Revista LEGARYS — Como esse propósito continua presente na Karis?

    Ápio — Continuamos produzindo as Escrituras e literatura cristã. Também ajudamos pessoas que tinham o sonho de escrever um livro e ainda o guardavam na gaveta. Ver essas obras tomando forma faz parte dessa caminhada. Seguimos trabalhando com a intenção de anunciar a Palavra do Senhor e levar a leitura a mais pessoas.

    Karis e LEGARYS em novos projetos

    LEGARYS Editorial - marca oficial com símbolo
    LEGARYS Editorial e Editora Karis – uma parceria para desenvolver livros, Bíblias personalizadas e projetos editoriais.

    Revista LEGARYS — A relação que deu origem à parceria com a LEGARYS começou antes da própria marca. Como essa história foi construída?

    Ápio — Nossa relação com o atual diretor executivo da LEGARYS é anterior à criação da marca. Essa aproximação foi sendo construída por meio do trabalho, do diálogo e da confiança. Com a chegada da LEGARYS, encontramos uma oportunidade de ampliar essa relação e desenvolver novos projetos entre as empresas.

    Revista LEGARYS — Na prática, quais negócios e oportunidades essa parceria já trouxe para a editora?

    Ápio — A parceria com a LEGARYS trouxe dezenas de novos autores para a editora. São pessoas com histórias, mensagens e conhecimentos que estão se transformando em livros e fazendo diferença nessa caminhada. Também temos ampliado nossa atuação no mercado de Bíblias personalizadas para igrejas, congressos, eventos e projetos especiais. É uma parceria que tem gerado negócios, aproximado pessoas e aberto novas oportunidades para as duas empresas.

    Revista LEGARYS — Como as duas empresas se complementam no atendimento aos projetos?

    Ápio — A proposta é unir a experiência editorial e gráfica da Karis ao trabalho da LEGARYS na organização, no desenvolvimento e na comunicação dos projetos. Cada demanda precisa ser avaliada com cuidado, seja um livro de autor, uma publicação institucional ou uma Bíblia personalizada. Essa atuação conjunta permite reunir as competências necessárias para conduzir cada trabalho.

    Revista LEGARYS — Qual é a perspectiva para a continuidade dessa aliança?

    Ápio — Nossa intenção é construir uma parceria duradoura. Queremos desenvolver novos projetos, ampliar as oportunidades para as duas empresas e atender bem os autores, as igrejas e as instituições que confiam em nosso trabalho. Existe uma história de confiança por trás dessa união, e queremos continuar construindo sobre ela.

    Livros e projetos para este tempo

    Revista LEGARYS — Como o senhor avalia “Quem governa sua vida?”, do Pastor Pereira, e qual é sua expectativa para essa publicação?

    Ápio — A leitura do manuscrito me trouxe uma expectativa muito positiva. Vejo grandeza nessa obra pela profundidade humana e bíblica de uma pergunta que todos precisamos enfrentar: quem está conduzindo a nossa vida? É uma reflexão que alcança nossas decisões, a família, o trabalho e a fé. Minha expectativa é que essa publicação marque este tempo, alcance diferentes gerações e desperte mudanças que continuem depois da leitura. Vejo potencial para abrir conversas importantes nas famílias, nas igrejas e entre líderes. É uma obra que aguardo com entusiasmo.

    Revista LEGARYS — Como está a estrutura da gráfica e o que vem pela frente?

    Ápio — Hoje contamos com um parque gráfico em uma área de aproximadamente sete mil metros quadrados, com uma planta industrial de dois mil metros quadrados. Estamos em expansão e seguimos com aquele propósito de uma Bíblia para cada brasileiro. Queremos continuar produzindo literatura e ajudando a realizar projetos editoriais.

    Revista LEGARYS — O senhor mencionou um projeto voltado a povos indígenas. Qual é o desafio?

    Ápio — Temos o desafio de trabalhar com a tradução dos textos para povos indígenas brasileiros que ainda não têm as Sagradas Escrituras em sua própria língua. É um projeto que considero valioso e precioso. Queremos que mais pessoas tenham acesso à Palavra de Deus e convidamos outros a participar desse trabalho.

    Um projeto da parceria

    Entre os projetos apresentados pela LEGARYS está a Bíblia personalizada com Harpa Cristã da ADBrás Ribeirão Preto, ligada ao tema “Um Novo Tempo — Tempo de Frutificar”. A proposta reúne a identidade da igreja e o trabalho editorial das duas empresas.

    Entrevista organizada a partir de depoimento em áudio, com perguntas da redação e respostas editadas para clareza e fluidez. Inclui respostas complementares revisadas e aprovadas pelo entrevistado. Fotografias: acervo pessoal, material fornecido à Revista LEGARYS.

  • “Quem governa sua vida?”: o novo livro de Pastor Pereira

    “Quem governa sua vida?”: o novo livro de Pastor Pereira

    Com linguagem simples e fundamento bíblico, a obra convida o leitor a refletir sobre o que conduz suas escolhas, seus relacionamentos e sua maneira de viver.

    O que está por trás das decisões que tomamos todos os dias? A fé que professamos, as emoções do momento, o medo de perder ou a necessidade de agradar? Essa reflexão está no centro de “Quem governa sua vida?”, livro de Pastor Pereira, com lançamento em breve pela LEGARYS Editorial.

    A obra parte de uma pergunta direta para abordar situações próximas de qualquer leitor: os conflitos em família, as pressões do trabalho, os desejos que exigem limites e as escolhas que colocam nossos valores à prova. Ao longo das páginas, o autor relaciona essas experiências à vida interior e à direção de Deus no cotidiano.

    Com atuação pastoral desde 1993 e experiência no meio empresarial, José Pereira Filho, conhecido como Pastor Pereira, reúne reflexões sobre fé, liberdade e responsabilidade. Sua abordagem abre espaço para reconhecer falhas, rever atitudes e aprender, sem apresentar uma trajetória perfeita ou oferecer respostas prontas para todos os problemas.

    Entre o que mostramos e o que vivemos

    Um dos temas do livro é a distância que pode existir entre a imagem que apresentamos e aquilo que enfrentamos por dentro. Uma agenda organizada, uma posição de liderança ou uma conquista profissional nem sempre revelam como estão o coração e os relacionamentos.

    O autor convida o leitor a examinar essas questões com sinceridade. O que acontece quando somos contrariados? Como reagimos às pressões? Quais influências recebem espaço em nossas decisões? A reflexão alcança tanto os grandes momentos quanto as atitudes que se repetem em casa, no trabalho e na convivência com outras pessoas.

    A fé nas escolhas de cada dia

    Organizado em quatro partes e 14 capítulos, o livro percorre o reconhecimento das influências que nos governam, os conflitos interiores e a transformação da vida sob a direção do Espírito Santo.

    A mensagem cristã atravessa toda a obra, com aplicações para decisões, pensamentos e relacionamentos. A proposta é aproximar a reflexão bíblica das experiências diárias, em uma linguagem acessível a leitores de diferentes idades e trajetórias.

    “Quem governa sua vida?” será publicado pela LEGARYS Editorial. A data de lançamento e as informações para aquisição serão divulgadas em breve nos canais da LEGARYS.

  • Missões na Estrada: a história de um projeto que levou a missão para as rodovias

    Missões na Estrada: a história de um projeto que levou a missão para as rodovias

    Chamada da reportagem Missões na Estrada com logo do projeto e rodovia
    Capa da Revista LEGARYS para a reportagem histórica Missões na Estrada, com reprodução do jornal de outubro de 2005

    Dos arquivos de 2005 às histórias que ficaram pelo caminho, uma trajetória de fé, missão e cuidado com aqueles que fazem da estrada parte da própria vida.

    Antes de existir jornal, programa de rádio ou uma organização estruturada, havia a estrada.

    Durante anos trabalhando na área comercial e realizando constantes viagens, o pastor José Pereira, conhecido como Pastor Pereira, começou a observar uma realidade que muitas vezes permanecia invisível para quem apenas passava pelas rodovias: caminhoneiros vivendo longos períodos longe de casa, distantes da família e também da convivência regular com suas comunidades de fé.

    Ao redor deles havia ainda funcionários de postos e restaurantes, policiais, profissionais que atuavam nas rodovias, andarilhos e tantas outras pessoas cuja rotina acontecia entre estradas, postos, pátios e cidades de passagem.

    Foi nesse ambiente que nasceu uma inquietação que, algum tempo depois, ganharia nome, equipe e propósito: Missões na Estrada.

    Uma igreja para caminhoneiros?

    Em um relato preservado no antigo jornal Missões na Estrada, Pastor Pereira conta que sua primeira ideia foi criar uma igreja especialmente voltada aos caminhoneiros.

    A própria realidade da profissão, entretanto, revelou uma dificuldade: como esperar que homens que atravessavam cidades e estados e permaneciam longos períodos viajando frequentassem regularmente um templo em endereço fixo?

    A compreensão começou a mudar. Em vez de esperar que os caminhoneiros chegassem até a igreja, a missão precisava chegar até eles.

    A convivência com aquele universo também revelou situações mais profundas. O documento histórico menciona drogas, prostituição, vícios, roubos, assassinatos e acidentes entre os problemas observados nas estradas.

    A preocupação transformou-se em oração e na busca por uma maneira concreta de servir. Dessa experiência começaria a nascer o Missões na Estrada.

    “Um projeto que nasceu no coração de Deus”

    Essa expressão não foi criada agora para recontar a história. Ela está registrada no próprio acervo do projeto.

    No editorial “Um projeto que nasceu no coração de Deus”, Pastor Pereira relata que a semente daquela iniciativa havia sido plantada em seu coração anos antes e que finalmente começava a germinar e se transformar em realidade.

    O projeto foi concebido para alcançar não apenas caminhoneiros, mas diferentes profissionais e usuários das rodovias: funcionários de postos e restaurantes, andarilhos, policiais, profissionais de atendimento emergencial e outras pessoas encontradas pelo caminho.

    Era uma missão que não dependia de paredes. Seu campo era a estrada.

    Símbolo histórico do Missões na Estrada com caminhão ao fundo
    Símbolo histórico do Missões na Estrada, preservado no acervo do projeto.

    2005: a história registrada em papel

    Em 19 de março de 2005, em Cravinhos, interior de São Paulo, circulava a primeira edição do jornal Missões na Estrada.

    Registro documental preservado do Missões na Estrada em 2005
    Registro documental preservado no acervo do Missões na Estrada, utilizado na reconstrução histórica desta reportagem.

    Na capa, o projeto era apresentado como “uma obra de fé”. Mais do que uma publicação institucional, aquele jornal tornou-se um registro do período. Suas páginas preservaram histórias, testemunhos, ações evangelísticas e a preocupação com pessoas encontradas nas rodovias.

    O expediente também registrou a equipe envolvida na produção da publicação e identificou a OMIPE — Organização Missionária Internacional de Projetos Especiais como responsável pela edição, tendo Pastor Pereira como diretor executivo.

    Quando a missão encontrou os caminhoneiros em Sertãozinho

    Um dos registros mais significativos preservados no acervo aparece na segunda edição do jornal, publicada em outubro de 2005.

    A reportagem documenta a participação do Missões na Estrada no 2º Festival do Caminhoneiro, realizado em 24 de junho de 2005, em Sertãozinho (SP), em parceria com o Auto Posto RS.

    Segundo a reportagem publicada na época, a presença do Missões na Estrada envolveu contato direto com os caminhoneiros e distribuição de materiais, entre eles jornais, Bíblias e camisetas, além de outras ações destinadas aos participantes.

    Era a visão original tomando forma. Não se tratava apenas de falar sobre as pessoas que viviam nas estradas. Era preciso encontrá-las onde elas estavam.

    Registro do Missões na Estrada junto a caminhoneiros e profissionais das rodovias
    Registro do trabalho do Missões na Estrada em ambiente ligado ao transporte rodoviário. Acervo do projeto.

    Uma missão que também ganhou voz

    As distâncias impostas pelas rodovias levaram o projeto a utilizar também os meios de comunicação. Os documentos históricos registram a existência do Programa Missões na Estrada, veiculado por emissoras de rádio.

    Naquele período, o projeto estabelecia uma meta ambiciosa: alcançar centenas de emissoras em diferentes regiões do Brasil. O rádio fazia sentido para aquele público. Enquanto quilômetros eram percorridos, a mensagem poderia acompanhar quem estava dentro da cabine de um caminhão, trabalhando e viajando.

    O jornal Missões na Estrada

    As páginas preservadas mostram que a comunicação não era tratada apenas como divulgação institucional. O jornal apresentava testemunhos, entrevistas, matérias relacionadas aos caminhoneiros, ações sociais e conteúdo cristão.

    Seu expediente revela que havia uma equipe responsável pelas diferentes etapas da publicação — direção, jornalismo, redação, revisão, fotografia, reportagem, editoração e impressão. Pastor Pereira aparecia como diretor executivo.

    Décadas depois, aquelas páginas se tornariam uma das principais fontes para reconstruir a própria história do projeto.

    A missão se amplia

    Os registros daquele período revelam que a visão começava a ultrapassar uma única frente de atuação. O próprio editorial menciona iniciativas que estavam sendo planejadas ou desenvolvidas, incluindo novos projetos de comunicação e o REISAN — Reintegração Social de Andarilhos.

    A experiência nas rodovias colocava a equipe diante de públicos diferentes. Caminhoneiros eram parte central daquela missão, mas não estavam sozinhos naquele universo.

    Missões na Estrada e a estruturação da OMIPE

    À medida que as iniciativas se desenvolveram, surgiu também a necessidade de uma estrutura institucional.

    No editorial histórico, Pastor Pereira registra a formação da OMIPE — Organização Missionária Internacional de Projetos Especiais como instrumento para regularizar e dar estrutura ao trabalho que estava sendo realizado.

    Esse registro ajuda a compreender a importância do Missões na Estrada dentro dessa trajetória. Reconstruir sua história é também recuperar uma parte importante das origens e da memória institucional da OMIPE.

    Uma identidade que saiu às ruas e estradas

    Além dos jornais, parte do acervo preservado registra a própria identidade visual utilizada pelo projeto. Camisetas com a marca Missões na Estrada, materiais impressos e outras peças acompanhavam as ações realizadas pela equipe.

    Entre os registros pessoais preservados está uma fotografia de Pastor Pereira e Pastora Dinamar usando a camiseta do projeto. Na época, ele tinha 35 anos e ela, 34. A imagem documenta também a participação da família na trajetória do Missões na Estrada.

    Registro do acervo pessoal relacionado à trajetória do projeto Missões na Estrada
    Registro preservado no acervo pessoal relacionado à trajetória do Missões na Estrada.

    Histórias por trás dos quilômetros

    Projetos podem ser descritos por datas, publicações e eventos. Mas a estrada é feita principalmente de pessoas.

    Por trás de cada caminhão havia alguém com família, história, dificuldades, escolhas e sonhos. Essa dimensão humana aparece tanto nos jornais antigos quanto nos registros posteriores preservados nas redes sociais do projeto.

    Em 21 de julho de 2021, por exemplo, uma publicação da página Missões na Estrada recuperava a história de um caminhoneiro chamado Édson. O intervalo entre os jornais de 2005 e os registros digitais posteriores mostra como a memória do projeto continuou sendo compartilhada.

    De um jornal impresso para o arquivo digital

    Quando as primeiras edições do Missões na Estrada foram produzidas, redes sociais ainda não ocupavam o espaço que possuem hoje. O jornal impresso era uma das formas de registrar e distribuir aquela história.

    Anos mais tarde, parte dessa memória passou também para o ambiente digital. A página do Missões na Estrada no Facebook preserva publicações, vídeos, artes e alguns registros relacionados à trajetória do projeto.

    Embora nem todo o acervo fotográfico original tenha sobrevivido ou esteja disponível digitalmente, aquilo que permaneceu — páginas de jornal, fotografias impressas, registros pessoais e publicações nas redes — permite reconstruir uma parte significativa dessa história.

    Uma missão sem endereço fixo

    Talvez uma das melhores maneiras de compreender o Missões na Estrada seja voltar à pergunta que esteve em sua origem: como alcançar pessoas que dificilmente poderiam permanecer em um único lugar?

    A resposta encontrada por Pastor Pereira foi inverter a lógica. Se aqueles homens estavam constantemente na estrada, a missão também poderia estar na estrada.

    Postos, pátios, cidades, eventos e quilômetros percorridos passaram a fazer parte de uma compreensão missionária que não dependia exclusivamente de um templo. A estrada deixou de ser apenas o caminho entre um lugar e outro. Ela também poderia ser um campo missionário.

    O que ficou pelo caminho — e o que permaneceu

    Mais de duas décadas depois daqueles primeiros registros, talvez nem todas as fotografias possam ser recuperadas. Alguns arquivos se perderam. Outros sobreviveram apenas impressos nas páginas de um jornal.

    Mas aquilo que permaneceu é suficiente para revelar uma história: uma capa datada de março de 2005; uma equipe reunida em um festival de caminhoneiros; um editorial explicando por que tudo começou; camisetas; programas de rádio; testemunhos; pessoas encontradas pelo caminho; e uma organização missionária que começava a tomar forma.

    São fragmentos que, reunidos, ajudam a contar a história de uma iniciativa que nasceu da observação de quem passava muito tempo viajando e percebeu que havia pessoas nas estradas que também precisavam ser vistas.

    O Missões na Estrada nasceu dessa percepção. E sua história permanece registrada justamente onde tantas histórias começaram: na estrada.

    Linha do tempo | Missões na Estrada

    • Antes de 2005 — Durante suas viagens profissionais, Pastor Pereira começa a observar a realidade dos caminhoneiros e de outros públicos das rodovias. Segundo seu relato histórico, a ideia do projeto permaneceu sendo amadurecida durante alguns anos.
    • 19 de março de 2005 — Circula em Cravinhos (SP) a primeira edição conhecida do jornal Missões na Estrada, apresentando o projeto como “uma obra de fé”.
    • 2005 — Os documentos daquele período registram o desenvolvimento do Programa Missões na Estrada no rádio e outras iniciativas de comunicação e ação missionária.
    • 24 de junho de 2005 — O Missões na Estrada participa do 2º Festival do Caminhoneiro, em Sertãozinho (SP).
    • Outubro de 2005 — A segunda edição do jornal registra a participação no Festival do Caminhoneiro e outras ações daquele período.
    • Período de estruturação — A OMIPE passa a oferecer estrutura institucional às iniciativas desenvolvidas, conforme registrado no editorial histórico.
    • Anos seguintes — A memória e as histórias ligadas ao Missões na Estrada passam também a ser preservadas em meios digitais.
    • 21 de julho de 2021 — Uma publicação da página Missões na Estrada registra a história do caminhoneiro Édson.
    • 2026 — Jornais, fotografias, documentos e registros digitais começam a ser reunidos para preservação e reconstrução histórica da trajetória do Missões na Estrada.

    Sobre esta reportagem

    Esta reportagem histórica foi construída a partir de documentos preservados no acervo do Missões na Estrada, incluindo exemplares do jornal publicado em 2005, fotografias, registros institucionais e conteúdos posteriormente preservados em meios digitais.

    Nos documentos originais, José Pereira aparece também identificado de forma abreviada como “J. Pereira”. Nesta reportagem, adotamos Pastor Pereira, nome pelo qual o pastor José Pereira é conhecido em sua trajetória ministerial.

    Informações provenientes de documentos de época foram mantidas dentro de seu contexto histórico. A reconstrução poderá ser ampliada à medida que novos documentos, fotografias ou testemunhos forem recuperados.

    Revista LEGARYS — Memória, história e legado.

  • Gideões Missionários da Última Hora: de Camboriú para o mundo

    Gideões Missionários da Última Hora: de Camboriú para o mundo

    Capa da Revista LEGARYS para a matéria sobre a história dos Gideões Missionários da Última Hora

    De reuniões de oração ao envio de mais de mil famílias missionárias, a trajetória iniciada em Camboriú tornou os Gideões Missionários da Última Hora uma das expressões mais conhecidas do movimento missionário pentecostal brasileiro.

    Antes dos grandes congressos, das caravanas e dos milhares de participantes que chegam a Camboriú, em Santa Catarina, a história dos Gideões Missionários da Última Hora começou em um cenário bem menor: uma igreja local atravessando dificuldades e reuniões de oração realizadas também nas casas dos membros.

    Registro histórico da Assembleia de Deus em Camboriú relacionado à trajetória dos Gideões Missionários da Última Hora
    Registro histórico da Assembleia de Deus em Camboriú. A imagem original traz a identificação “Josias Pereira”.

    A trajetória está diretamente ligada ao pastor Cesino Bernardino. Segundo sua biografia institucional, ele assumiu a presidência da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Camboriú em 25 de janeiro de 1977. Os Gideões adotam 1979 como marco do início de sua obra missionária, enquanto a biografia de Cesino registra 1980 como o ano de criação formal do departamento de missões Gideões Missionários da Última Hora.

    Da oração à visão missionária

    Na narrativa histórica preservada pela própria organização, campanhas de oração foram fundamentais naquele período. Casas no centro e no interior de Camboriú passaram a receber reuniões, enquanto amadurecia a compreensão de que a igreja deveria ampliar sua atuação missionária.

    Em 1979, essa visão ganhou uma expressão internacional: Alenir Bernardino foi enviada à Argentina e iniciou o trabalho em Alta Gracia, na província de Córdoba. A frente argentina se expandiria posteriormente para outras cidades e províncias.

    1983: o primeiro Encontro Nacional de Missões

    Entre 3 e 6 de fevereiro de 1983, Camboriú recebeu o 1º Encontro Nacional de Missões. O tema daquela primeira edição foi “É já a última hora”. Realizado na Igreja Evangélica Assembleia de Deus, o encontro se tornaria o embrião do Congresso Internacional de Missões que atravessaria as décadas seguintes.

    Registro de um dos encontros missionários realizados em Camboriú
    Registro histórico de encontro missionário realizado em Camboriú, Santa Catarina.

    A comunicação também ajudou a ampliar o alcance da obra. O programa de rádio A Voz Missionária levou mensagens e informações sobre missões para públicos que estavam muito além de Camboriú.

    Congresso missionário dos Gideões reunindo grande público em Camboriú
    Ao longo das décadas, os encontros missionários passaram a reunir grandes públicos em Camboriú.

    O legado de Cesino Bernardino

    Cesino Bernardino nasceu em 29 de novembro de 1934 e permaneceu ligado à presidência dos Gideões até sua morte, em 30 de julho de 2016. A atual diretoria apresenta o pastor Zilmar Miguel como presidente da organização.

    Retrato histórico relacionado à liderança dos Gideões Missionários da Última Hora
    Registro preservado no acervo histórico relacionado à liderança dos Gideões Missionários da Última Hora.

    Os números institucionais atuais registram 47 anos de história, atuação em 13 estados brasileiros e 21 países, além de mais de 1.060 famílias missionárias. Páginas históricas da própria organização mencionam alcance em mais de quarenta nações; por isso, os dados devem ser compreendidos de acordo com o período e o critério adotado em cada levantamento.

    Uma história que continua

    Mais de quatro décadas depois dos primeiros passos, Camboriú continua sendo o centro do encontro anual dos Gideões. O próximo capítulo já tem data: o 42º Congresso Internacional de Missões está anunciado para 24 de abril a 3 de maio de 2027, com atividades no Pavilhão dos Gideões e no Ginásio de Esportes Irineu Bornhausen.

    Linha do tempo

    • 1977 — Cesino Bernardino assume a presidência da igreja em Camboriú.
    • 1979 — marco adotado pelos Gideões para o início da obra; Alenir Bernardino é enviada à Argentina.
    • 1980 — criação formal do departamento Gideões Missionários da Última Hora, segundo a biografia institucional de Cesino.
    • 1983 — 1º Encontro Nacional de Missões, de 3 a 6 de fevereiro.
    • 2016 — falecimento do pastor Cesino Bernardino.
    • 2027 — 42º Congresso Internacional de Missões, de 24 de abril a 3 de maio.

    Fontes: informações históricas e institucionais consultadas nos canais oficiais dos Gideões Missionários da Última Hora. Revista LEGARYS.

  • Expo Cristã 2026 acontece em novembro, em São Paulo

    Expo Cristã 2026 acontece em novembro, em São Paulo

    São Paulo (SP) • 3 de outubro de 2026

    A feira cristã será realizada de 12 a 15 de novembro, no Expo Center Norte, reunindo fé, negócios, cultura, literatura, tecnologia e experiências para diferentes públicos.

    A Expo Cristã 2026 já tem data e local confirmados. O evento acontece de 12 a 15 de novembro, no Expo Center Norte, em São Paulo, dando continuidade a uma trajetória de 26 anos conectando empresas, ministérios, líderes, profissionais e visitantes.

    Arte promocional da Expo Cristã 2026
    Arte promocional da Expo Cristã 2026.

    Segundo a organização, a feira reúne mais de 30 segmentos ligados ao ecossistema cristão e combina negócios, relacionamento, conteúdo, inovação e experiências. Entre os espaços anunciados estão Arena Literária, Arena da Música, Expo Tech, Arena do Empreendedor, Arena Educação e Expo Cristã Kids.

    Programação completa ainda será anunciada

    A agenda detalhada ainda está sendo construída. A página oficial de programação informa que palestras, arenas temáticas, atrações musicais, ativações especiais e convidados serão divulgados posteriormente pelos canais da Expo Cristã.

    Enquanto os nomes da programação não são anunciados, a organização já apresenta diferentes experiências previstas para a edição. A feira também mantém iniciativas voltadas à literatura, música, educação, empreendedorismo, tecnologia e ao público infantil, além de concursos e atividades especiais.

    Fé, conteúdo e mercado cristão

    A proposta da Expo Cristã vai além da exposição comercial. O evento se apresenta como um ambiente de encontro entre famílias, igrejas, ministérios, empresas, autores, artistas e profissionais que atuam em diferentes áreas do segmento cristão.

    Para a Revista LEGARYS, a realização de um encontro dessa dimensão também abre espaço para acompanhar tendências em comunicação, produção editorial, tecnologia, música, negócios e projetos que dialogam diretamente com o ecossistema em que a LEGARYS atua.

    Serviço

    Evento: Expo Cristã 2026
    Data: 12 a 15 de novembro de 2026
    Local: Expo Center Norte
    Cidade: São Paulo (SP)
    Programação: agenda completa ainda será divulgada pela organização.

    Acompanhamento da Revista LEGARYS

    A Revista LEGARYS acompanhará as próximas divulgações da Expo Cristã 2026. Esta pauta poderá receber novas informações à medida que forem confirmados programação, convidados, atrações e outros detalhes relevantes para quem pretende participar do evento.

    Fonte: site oficial da Expo Cristã. Consulta realizada em 3 de outubro de 2026. Texto e edição: Revista LEGARYS.

  • O que é a LEGARYS: comunicação, conteúdo e criação para transformar ideias em legado

    O que é a LEGARYS: comunicação, conteúdo e criação para transformar ideias em legado

    A LEGARYS é uma marca criada para transformar ideias, conhecimento, marcas e oportunidades em projetos concretos, bem estruturados e capazes de gerar valor ao longo do tempo.

    Sua atuação reúne diferentes competências em uma mesma estrutura, conectando comunicação, conteúdo, criação, tecnologia e gestão para atender empresas, profissionais, autores, igrejas, instituições, eventos e projetos de diferentes naturezas.

    Mais do que oferecer serviços isolados, a LEGARYS trabalha com uma visão integrada. Cada projeto começa pela compreensão da necessidade, passa pela organização da estratégia e segue até a execução, a entrega e, quando necessário, o acompanhamento dos próximos passos.

    Uma estrutura criada para conectar diferentes competências

    Muitos projetos exigem mais de uma especialidade.

    Um livro pode precisar de preparação editorial, identidade visual, produção de conteúdo, lançamento e presença digital. Um evento pode envolver criação, divulgação, transmissão ao vivo, audiovisual e gestão operacional. Uma empresa pode precisar, ao mesmo tempo, de posicionamento de marca, site, conteúdo e estratégia de comunicação.

    A LEGARYS foi estruturada justamente para permitir essa integração.

    Em vez de tratar cada necessidade de forma desconectada, o grupo organiza as competências necessárias dentro de um mesmo projeto, preservando coerência de identidade, comunicação, estratégia e execução.

    Essa estrutura permite desenvolver projetos de forma mais organizada, com clareza sobre objetivos, etapas, responsabilidades e resultados esperados.

    O que a LEGARYS faz

    A atuação da LEGARYS está organizada em diferentes frentes, cada uma com funções próprias, mas capazes de trabalhar de maneira integrada.

    LEGARYS Editorial

    A LEGARYS Editorial atua no desenvolvimento de projetos editoriais, desde o material original até a preparação de uma obra para publicação.

    Entre as possibilidades estão organização de conteúdo, preparação e revisão editorial, projeto gráfico, apoio à publicação, gestão de registros e identificadores aplicáveis à obra, além da estruturação de projetos especiais para autores, famílias, igrejas, instituições e empresas.

    LEGARYS Mídia

    A LEGARYS Mídia atua na comunicação e produção de conteúdo para marcas, profissionais, instituições e projetos.

    A frente pode envolver estratégia de comunicação, produção de conteúdo, Social Mídia, planejamento editorial, audiovisual e integração com outras áreas do grupo.

    LEGARYS Live

    A LEGARYS Live concentra soluções relacionadas a transmissões, produção de eventos e experiências ao vivo.

    Essa atuação pode envolver planejamento, estrutura técnica, produção, transmissão e integração com comunicação, audiovisual e conteúdo.

    LEGARYS Digital

    A LEGARYS Digital atua na criação de sites e outras soluções digitais voltadas à presença, operação e relacionamento de empresas e projetos.

    O objetivo não é apenas colocar uma página no ar, mas desenvolver estruturas digitais alinhadas aos objetivos de cada cliente e integradas, quando necessário, a outras frentes da LEGARYS.

    LEGARYS Creative

    A LEGARYS Creative reúne soluções de identidade visual, branding, design e criação.

    Essa área contribui para transformar conceitos em linguagens visuais coerentes, fortalecer o posicionamento de marcas e dar unidade estética aos diferentes pontos de contato de um projeto.

    Cursos & Produtos Digitais

    A LEGARYS também desenvolve e estrutura cursos, mentorias, conteúdos formativos e produtos digitais, apoiando especialistas, organizações e projetos que desejam transformar conhecimento em experiências de aprendizagem e produtos organizados.

    Para quem a LEGARYS trabalha

    A LEGARYS foi concebida para atender diferentes perfis de projetos.

    Isso inclui empresas que precisam fortalecer sua comunicação e presença digital; profissionais que desejam organizar sua marca ou transformar conhecimento em produtos; autores que querem desenvolver uma obra; igrejas e ministérios que possuem projetos editoriais, digitais, de mídia ou eventos; instituições que precisam estruturar comunicação e conteúdo; e iniciativas especiais que exigem integração entre várias competências.

    Cada demanda é analisada de maneira própria.

    Por isso, a LEGARYS não parte de um pacote fechado como regra. Primeiro procura entender o contexto, o objetivo e a necessidade. Depois identifica quais áreas devem participar da solução.

    Como funciona um projeto dentro da LEGARYS

    O método de trabalho pode ser resumido em quatro movimentos: entender, estruturar, realizar e acompanhar.

    Entender

    O primeiro passo é compreender a ideia, o problema, o público, os objetivos e o resultado que se deseja alcançar.

    Essa etapa é importante porque projetos semelhantes na aparência podem exigir soluções completamente diferentes.

    Estruturar

    Depois do diagnóstico, são organizados o escopo, as etapas, as responsabilidades, os recursos e as competências necessárias.

    É nesse momento que se define se o projeto exige atuação de apenas uma divisão ou integração entre diferentes áreas da LEGARYS.

    Realizar

    Com o caminho definido, começa a execução.

    A LEGARYS coordena as frentes necessárias para transformar a proposta em uma entrega concreta, mantendo coerência entre estratégia, conteúdo, comunicação, criação e tecnologia.

    Acompanhar

    Dependendo do projeto, o trabalho pode continuar após a entrega inicial.

    Essa etapa pode envolver análise de resultados, novos ciclos de conteúdo, evolução da presença digital, atualizações, novos produtos ou expansão do projeto.

    Por que o nome LEGARYS está ligado à ideia de legado

    A ideia de legado faz parte da essência da marca.

    Nem todo projeto precisa ser grande para deixar uma marca. Um livro preserva conhecimento e histórias. Uma identidade fortalece a forma como uma empresa é percebida. Um site amplia a presença de uma marca. Um conteúdo pode ensinar, inspirar ou gerar oportunidades. Um evento cria experiências e conexões.

    Por isso, a LEGARYS procura desenvolver projetos pensando não apenas na entrega imediata, mas também no valor que eles podem continuar gerando depois.

    A proposta é transformar boas ideias em algo estruturado, comunicável, utilizável e capaz de permanecer.

    Uma marca, diferentes soluções, um mesmo propósito

    A LEGARYS não é apenas uma editora, uma agência, uma produtora ou uma empresa de tecnologia.

    Ela é uma estrutura integrada que reúne diferentes competências para desenvolver projetos de forma coerente, de acordo com a necessidade de cada cliente.

    É por isso que áreas como Editorial, Mídia, Live, Digital, Creative e Produtos Digitais fazem parte do mesmo ecossistema.

    Cada uma possui sua especialidade. Mas, quando necessário, elas trabalham juntas para transformar uma ideia em projeto e um projeto em legado.

    Conheça a LEGARYS

    Se você tem uma ideia, uma marca, um conteúdo, uma obra ou um projeto que precisa ganhar forma, o primeiro passo é apresentar sua necessidade.

    A partir daí, a LEGARYS pode analisar o contexto, identificar as competências adequadas e organizar os próximos passos.

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